Guarda e fiscalização de trânsito ficam de fora de redução de jornada em Campo Grande
Prefeitura iniciou medida de eficiência fiscal
A prefeitura de Campo Grande publicou decreto que mantém diversos serviços considerados essenciais de forma ininterrupta. A medida é para oficializar quais serviços ficam de fora de medida que estabeleceu redução de jornada a servidores.
Assim, publicação no Diário Oficial mantém 24 horas serviços como fiscalização de trânsito e meio ambiente, guarda civil metropolitana e defesa civil.
Então, os servidores que atuam nessas áreas terão expediente das 7h30 às 11h e das 13h às 17h, com exceção das atividade ininterruptas, que são realizadas em regime de escala de serviço.
Adriane Lopes anuncia jornada de 6 horas para servidores e corte no salário do 1º escalão
A Prefeitura de Campo Grande anunciou nesta sexta-feira (31) que passará a adotar, a partir de 1º de novembro e pelo prazo de 120 dias, uma jornada de trabalho de 6 horas diárias em todas as suas repartições, exceto escolas, unidades de saúde e demais setores de serviços essenciais.
Segundo a Prefeitura, a medida integra mais uma etapa da reforma administrativa, em curso desde janeiro deste ano, para “o reequilíbrio financeiro e a recuperação da capacidade de investimento do município”.
Redução do próprio salário
Com a redução de jornada, a prefeita Adriane Lopes (PP) também anunciou redução de 20% no próprio salário e de todo o primeiro escalão.
Além disso, cada secretaria municipal deverá apresentar plano de redução de 20% nos custos com folha de pagamentos.
Por determinação da prefeita, a princípio não será feito ajuste linear, ou seja, que impacte todos os servidores, levando-se em conta as necessidades específicas das diferentes pastas.
A chefe do Executivo ressaltou que as medidas austeras são fundamentais para a maior eficiência da máquina pública e em benefício de toda a população. Também, por “força de limites legais, para preservar empregos, manter salários em dia, assegurar a prestação dos serviços públicos e viabilizar investimentos nas áreas prioritárias”.
Reforma administrativa
No final do ano passado, A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), sancionou a lei que trata da reforma administrativa no Executivo Municipal. A publicação no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) inclui ou renomeia algumas secretarias.
O Projeto de Lei 11.504/24 foi aprovado em 11 de dezembro de 2024, na Câmara de Vereadores. A prefeita afirmou que a reforma administrativa deve trazer uma economia de R$ 200 milhões aos cofres públicos municipais.
Entre as novidades, está a transformação de três pastas em secretarias executivas: de Mulheres, Juventude e Cultura.
Fonte: Midiamax



